Por: Giz Brasil
16/12/2022
15:30

Vai terminar a espera de 13 anos! “Avatar: O Caminho da Água” teve a sua estreia nos cinemas brasileiros ontem, quinta-feira, 15 de dezembro. Como você leu aqui, as primeiras impressões já foram divulgadas na gringa, e, no geral, estão elogiosas à produção de James Cameron. Em Amparo, o filme está sendo exibido tanto na Sala 1 como na Sala 2 do Cine Estação. A produção em Amparo contou ainda com uma pré-estreia na quarta-feira, dia 14. Em Amparo, o público conta com o filme na versão 3D dublado, 2D dublado e 2D legendado.

A imprensa internacional tem razão: o filme é deslumbrante mesmo, mas faz jus ao termo “longa-metragem”… São mais de três horas na poltrona.

Se levarmos em conta, “Avatar” foi lançado em 2009; é difícil se lembrar de tudo o que aconteceu no filme original — principalmente para quem tinha 13 anos na época. Por isso, é importante assistir novamente ao primeiro longa antes de ver a sequência “O Caminho da Água” nos cinemas. Além de recuperar a história, o exercício ajuda a perceber como a tecnologia evoluiu e como os efeitos especiais melhoraram de lá para cá.

“Avatar 2” chega causando furor, com imagens incríveis e efeitos especiais de tirar o fôlego. Assistindo em 3D, certos momentos dão a sensação de que você de fato é um Na’vi e está dentro do filme, andando por Pandora junto da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos).

Olhando por esse lado, James Cameron não errou ao esperar até 2022 para lançar a sequência. Sem os avanços em tecnologia imersiva da última década de fato seria impossível fazer um filme como esse. É uma verdadeira obra de arte.

Como gostam de dizer os fãs da superproduções, é possível ver “dinheiro na tela”, já que o cuidado de produção fica nítido a cada frame. Comparar a qualidade de imagem com a do filme de 2009 é quase covardia.

Daqui para frente, um spoiler ou outro

A atuação é um show à parte. Sam Worthington e Zoe Saldaña não brincaram em serviço no papel de Jake e Neytiri. Agora, os personagens são mais maduros, responsáveis, não agem por impulso e priorizam a família. “Os Suliy’s sempre andam junto” se torna seu lema, e é usado como justificativa para que se arrisquem para salvar a vida um do outro.

Como sugere o trailer, há cenas embaixo da água e combates aos montes. Os animais de Pandora fazem parte da sequência e compõem tanto a narrativa quanto os personagens. Há espaço também para a introdução de outros Na’vi, que são oriundos do mar [por isso o nome “O Caminho da Água”]. Jake, Neytiri e seus filhos são obrigados a sair da floresta após sofrerem uma ameaça mortal, e buscam refúgio em outro local, longe de sua casa. Daí, trombar com esses semelhantes aquáticos acaba sendo uma consequência.

A trama também apresenta um jovem humano que cresceu no meio dos Na’vi e vai interferir no futuro da família Sully. Sem querer estragar qualquer surpresa, longe de mim, mas vale prestar atenção neste menino.

Alguns dos humanos, ou povo do céu, como são chamados no longa, são mostrados em sua pior versão em “Avatar 2”: como colonizadores, que invadem Pandora com suas tecnologias atrás de recursos e riqueza para conseguir dinheiro. Os animais são vistos como algo a ser preservado e cuidado pelos Na’vi, enquanto os humanos só querem extrair sua matéria prima.

A trilha sonora também ajuda a compor muito bem a narrativa, e está impecável. Em certo momento, os personagens cantam em sua língua nativa. A escolha contribui para criar a ambientação que expande o mundo apresentado no primeiro longa. 


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