Por: A Tribuna
10/11/2021
07:11

Durante a semana, o presidente da Academia Amparense de Letras (AAL), acadêmico José Tadeu de Campos Nóbrega, anunciou que, até o final deste ano, serão preenchidas as cinco cadeiras que se encontram vagas naquela instituição em decorrência do falecimento de seus titulares. São as seguintes as cadeiras vagas: Cadeira nº 6 (patrono: Jorge Pires de Godoy), vaga com o falecimento do acadêmico Antonio Carlos de Oliveira; Cadeira nº 20 (patrono: Carlos Affonso Lopes de Burgos), vaga com o falecimento da acadêmica Eulalia Apparecida de Carvalho Spinelli; Cadeira nº 23 (patrono: Moacir Pereira), vaga com o falecimento do acadêmico Ildefonso de Paula Oliveira; Cadeira nº 28 (patrono: Nelson Alves de Godoy), vaga com o falecimento do acadêmico José Eduardo Pimentel de Godoy, e Cadeira nº 40 (patrono: Pedro Paulo Pace), vaga com o falecimento do acadêmico Amauri Canhos Alonso.

Informa o presidente da AAL que os intelectuais interessados em se candidatar deverão preparar um currículo, juntando, se houver, obras já publicadas de cunho literário ou científico ou, ainda, comprovações de atuação relevante no cenário cultural do município, entregando referido material a um dos membros da AAL para que esse(a) acadêmico(a) possa apresentar o(a) candidato(a) em Assembleia Geral Extraordinária que, muito em breve, será convocada com essa finalidade específica, ou seja, o preenchimento das cinco cadeiras acadêmicas, pois somente os acadêmicos é que podem formalizar apresentação de candidaturas e votar na referida assembleia.

Entrevistado pela Reportagem de “A Tribuna”, o presidente da AAL, José Tadeu de Campos Nóbrega, esclareceu que o quadro associativo da Academia Amparense de Letras é formado por 40 membros, os chamados “imortais”, dos quais pelo menos 30 devem residir no município de Amparo. Tadeu Nóbrega esclareceu que, de acordo com o artigo 4º do Capítulo II dos Estatutos da entidade, em seu parágrafo primeiro, “Só podem ser membros efetivos da AAL amparenses de nascimento ou de adoção, estes residentes no município, e que tenham publicado, no mínimo, uma obra literária ou científica de reconhecido valor ou que tenham contribuído de modo destacado para o desenvolvimento cultural do município”, acrescentando que, de acordo com o parágrafo segundo do mesmo artigo, “Os membros efetivos devem contribuir mensalmente para a Associação com a quantia que for estabelecida prévia e anualmente pela Diretoria”.

O presidente da AAL esclareceu que, consoante o Estatuto da entidade, as vagas dos membros efetivos serão preenchidas através de votação secreta, sendo considerado eleito(a) o(a) candidato(a) que, proposto por um dos membros, obtenha maioria simples dos votos dos presentes. Se o número de candidatos for superior ao número de vagas a serem preenchidas, serão considerados eleitos os candidatos que obtiverem maior número de votos.

A Academia Amparense de Letras (AAL) foi fundada em 2 de dezembro de 1978, sendo reconhecida como de utilidade pública pela Lei nº 1.057, de 12/09/1980. Sua sede está localizada na Rua Décio Pacheco da Silveira nº 96, centro de Amparo, e abre, semanalmente, ao público toda sexta-feira, das 9h às 11h.


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