Por: A Tribuna
07/06/2021
14:50

Um grupo de comerciantes se reuniu na tarde de segunda-feira, 7 de junho, em frente à Prefeitura Municipal de Amparo, pedindo a flexibilização da fase emergencial na cidade e o regresso a fase vermelha para que o comércio possa voltar a trabalhar.

A manifestação foi organizada pelas redes sociais por comerciantes e contou com o apoio de Larissa Dematte, atual presidente de Associação Comercial e Empresarial de Amparo (ACEA), que esteve no local, tentando abrir conversas com a atual administração. “Estamos aqui para conversar com o prefeito e pedir para que ele reveja esse decreto que colocou a cidade em fase emergencial. O que os comerciantes da cidade estão pedindo é que ele volte a cidade para a fase vermelha, para que os empresários e comerciantes da cidade possam voltar a trabalhar”, disse Larissa Dematte.

Outros comerciantes também se posicionaram pedindo a flexibilização. “Entendemos a situação, mas estamos aqui pedindo para podermos voltar a atender com público reduzido, realizar lives de venda e fazer a entrega em formato delivery ou drive thru”, disse um dos comerciantes. Os comerciantes também pediram um aumento da fiscalização para que todos que estiverem descumprindo a fase vermelha e se mostraram favoráveis ao lockdown nos finais de semana, desde que seja liberado o trabalho nos dias úteis.

Os comerciantes montaram uma comissão para conversar com o prefeito, mas como ele está fora da cidade, ficaram aguardando serem recebidos por alguns dos secretários.

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Os manifestantes se reuniram em frente a Prefeitura de Amparo/Foto: Rafael Leopoldi
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Um carro de som esteve durante toda a manifestação acompanhando os comerciantes/Foto: Rafael Leopoldi

Outras demandas

Além da permissão de voltar a trabalhar, os comerciantes exigem que a prefeitura melhore a comunicação sobre os casos e surtos na cidade. “É preciso mostrar de forma mais clara e direta onde estão os casos e os surtos de contaminação para que todos possam entender a situação. Mostrar um monte de números do país não nos interessa neste momento”, disse um dos comerciantes.

Segundo Larissa Dermatte, “os trabalhadores do setor do comercio foram testados há poucas semanas sem apresentar nenhum contaminado ativo”. Segundo ela foram realizados 907 testes rápidos pela equipe da vigilância da saúde e nenhum caso ativo foi localizado. Apenas 1,65% dos testados já tinha sido contaminado. E desse total 40% sabia que já tinha sido contaminado, enquanto 43% não tiveram sintomas e não sabiam que já haviam contraído a doença. A prefeitura não conseguiu contato com 17% para saber se eles já sabiam ou não que tiveram a doença. Larissa informou que pede desde o início do ano que seja feito um perfil epidemiológico de todos os contaminados, para saber exatamente onde estão os casos. “Essa falta de planejamento afeta demais as empresas de nossa cidade, pois a publicação de um decreto de fase emergencial e lockdown sem conversar com as empresas é muito complicado”, finalizou a presidente da ACEA.

Os comerciantes disseram que esperam que o prefeito faça uma LIVE hoje para informar sobre o atendimento das demandas, e que eles seguiram com as manifestações até que elas sejam atendidas.

Reunião com o legislativo

Uma reunião com os vereadores foi agendada para às 16h, deste segunda-feira. Segundo Larissa, o presidente do legislativo, vereador Carlos Cazotti (MDB), convocou todos os vereadores para participar desta reunião, que terá a presença de um grupo de comerciantes, além do advogado Adib Sad.


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