Por: A Tribuna
10/03/2021
19:03

O Diretório do Partido Liberal (PL) em Amparo pertence agora ao grupo político ligado ao prefeito Carlos Alberto Martins. No último dia 4 de março, a formação do novo diretório do partido foi confirmada pela Justiça Eleitoral e passou a ter como presidente Alexandre Rogério Poppi, subprefeito do distrito de Três Pontes. Anteriormente, o PL estava ligado ao grupo político do ex-secretário e candidato a prefeito pelo PSDB na eleição de 2020, Mario Auler.

No último dia 26 de fevereiro, o prefeito de Amparo, Carlos Alberto Martins (MDB), e o vice-prefeito, Gilberto Piassa (DEM), foram notificados de uma ação de investigação eleitoral promovida pelo Diretório do Partido Liberal (PL) junto à Justiça Eleitoral. O PL acusa o prefeito e vice de supostas irregularidades cometidas na campanha eleitoral do ano passado promovendo abusos de poder político e no uso dos meios de comunicação social. Diante da denúncia, a juíza eleitoral Fabiola Brito do Amaral determinou a notificação do prefeito e do vice e deu cinco dias, após os acusados tomarem conhecimento dos fatos, para que apresentem a defesa. A denúncia foi assinada pelo antigo presidente do partido, Carlos Roberto Piffer Filho, secretário municipal de Administração do ex-prefeito Luiz Oscar Vitale Jacob (PSDB).

Líder de governo

Com o fato de o PL pertencer, agora, ao grupo político do prefeito Carlos Alberto, a primeira consequência foi que o único vereador do partido na Câmara Municipal de Amparo, Elson Batista da Silva, o Pastor Elson (PL), se tornou líder do governo no Legislativo.

Na sessão de segunda-feira, 8 de março, o vereador disse, na tribuna da Câmara Municipal, que não sabia sobre a ação promovida pela direção do seu partido em Amparo contra o prefeito Carlos Alberto e da troca do Diretório do PL municipal. Segundo ele, ele foi informado sobre a ação após ter uma reunião com o prefeito na sexta-feira, 26 de fevereiro, quando foi reivindicar melhorias para a cidade. “Não estava sabendo de nada”, disse o Pastor Elson. Contou ainda que foi informado sobre a ação na Justiça Eleitoral pelo próprio prefeito ainda no dia 26 à noite.

O vereador disse que foi desrespeitado e foi traído pelo Diretório do PL em Amparo e que a ação deveria ter partido do PSDB, principal partido da coligação que apoiou Mario Auler no pleito do ano passado. O vereador completou dizendo que poderá trocar de partido na “janela eleitoral” (período permitido para troca de partidos).

Mario Auler

Já o candidato a prefeito pelo PSDB, Mario Auler, disse que o PL foi escolhido para ser o patrono da ação por sugestão dos advogados da coligação. Ele lembrou que a revolta do vereador Pastor Elson estaria ligada à possibilidade de o suplente de vereador Esequiel Pereira do Santos, o Pastor Esequiel (DEM), voltar à Câmara Municipal de Amparo, já que existem conversas do vereador Edilson Chaves dos Santos (DEM) ser convidado para assumir um cargo na Prefeitura.


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