Por: A Tribuna
19/05/2020
15:05

Para tentar fugir da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, empresários passaram a recorrer ao crédito e, assim, tentar manter o funcionamento dos negócios. De acordo com o Programa Emergencial de Suporte a Empregos, divulgado pelo Banco Central, cerca de 63 mil empresários procuraram auxílio de crédito para garantir o salário dos funcionários por até dois meses. 

O setor de serviços foi o mais atingido pela pandemia. Em seguida aparecem saúde, saneamento e educação; construção, madeira e móveis; e mídia e lazer, como os que mais pegaram dinheiro emprestado.

Até o momento, o Banco Central financiou R$ 1,49 bilhão a empresas.  Do total, R$ 400 milhões foram disponibilizados para 12,6 milhões de empresas do setor de serviço. Ao todo, cada empresa pegou, em média, R$ 23 mil, o que significa que cada funcionário custou aproximadamente R$ 1,4 mil ao empregador.

Para empresas de construção, madeira e móveis, foram repassados R$ 213,8 milhões a 8,9 mil negócios. Ainda de acordo com a instituição financeira, R$ 136,7 milhões foram destinados para a área de mídia e lazer e R$ 83,6 milhões para têxtil e couro.

Para tentar fugir da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, empresários passaram a recorrer ao crédito e, assim, tentar manter o funcionamento dos negócios. De acordo com o Programa Emergencial de Suporte a Empregos, divulgado pelo Banco Central, cerca de 63 mil empresários procuraram auxílio de crédito para garantir o salário dos funcionários por até dois meses. 

O setor de serviços foi o mais atingido pela pandemia. Em seguida aparecem saúde, saneamento e educação; construção, madeira e móveis; e mídia e lazer, como os que mais pegaram dinheiro emprestado.

Até o momento, o Banco Central financiou R$ 1,49 bilhão a empresas.  Do total, R$ 400 milhões foram disponibilizados para 12,6 milhões de empresas do setor de serviço. Ao todo, cada empresa pegou, em média, R$ 23 mil, o que significa que cada funcionário custou aproximadamente R$ 1,4 mil ao empregador.

Para empresas de construção, madeira e móveis, foram repassados R$ 213,8 milhões a 8,9 mil negócios. Ainda de acordo com a instituição financeira, R$ 136,7 milhões foram destinados para a área de mídia e lazer e R$ 83,6 milhões para têxtil e couro.


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