Por: A Tribuna
12/05/2021
15:05

Na manhã de quarta-feira, 12 de maio, a Polícia Científica realizou a reconstituição do acidente de motocicleta que aconteceu no dia 14 de junho de 2020, no Jardim Silmara, quando o condutor de uma motocicleta, E.M.F., acabou atropelando o menino de oito anos. Os policiais refizeram a cena do primeiro acidente, e também do segundo acidente que acabou com a morte de L.A.R.C., mulher de E.M.F.

Segunda a advogada do condutor, Vanessa Cardoso, a reconstituição aconteceu após consenso entre a delegada Leise Neves e o promotor que está conduzindo o caso, Gilson Ricardo Magalhães, devido a conflito das versões apresentadas pelos policiais.

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Reconstituição do momento em que E.M.F. foi preso/Foto: Paulo Domingues

 Entenda o caso

No dia 14 de junho de 2020, um acidente no Jardim Silmara, envolvendo um motociclista que atropelou um menino de 8 anos, acabou ganhando várias versões. No primeiro boletim de ocorrência foi informado que o motociclista estaria alcoolizado e tinha perdido o controle da moto, subido na calçada e atropelado o menino. Na sequencia, a irmã e a esposa do condutor da motocicleta (L.A.R.C.) teriam ido ao local para retirar a motocicleta, e uma confusão se iniciou com a família do menino. Na tentativa de deixar o local, as duas bateram a motocicleta em um poste e L.A.R.C. acabou batendo a cabeça no chão e morreu.

Outra versão

Uma semana após o acidente, imagens de câmeras de segurança de uma empresa próxima ao local do acidente flagraram o condutor da motocicleta sendo fechado por uma viatura da Polícia Militar e, ao desviar, perder o controle da moto. Ele acabou subindo na calçada e atropelando o menino. Na época, E.M.F. disse que foi perseguido pelos policiais até o momento da fechada, e que depois de cair não se lembra de mais nada. Ele ainda afirma que não estava sob efeitos de bebidas alcoólica no momento do acidente, como foi comprovado depois pelo resultado dos exames.  

Vanessa Cardoso, advogada da família de E.M.F. questionou o porquê da falta da informação da participação das duas viaturas da Polícia Militar no momento do acidente. “Sem as imagens nós não tínhamos conhecimentos que as viaturas participaram de forma preponderante no acidente. Só com as imagens que a gente tomou conhecimento da existência dessas duas viaturas no local do acidente”, disse Vanessa Cardoso

Já a Polícia Militar informou, em entrevista para a TV Record, que na tarde de 14 de junho fazia um patrulhamento na região quando viu o motociclista, sem capacete, em alta velocidade, e tentou fazer um cerco policial. Eles não explicaram o porquê deste cerco policial não ter sido descrito no primeiro boletim de ocorrência.

Já com relação ao segundo acidente, as imagens da câmera de segurança mostraram que, no momento da confusão, um jovem atirou uma pedra em direção a motocicleta onde estava a vítima L.A.R.C., fazendo que que elas perdessem o equilíbrio e batessem no poste. Com a queda L.A.R.C. acabou batendo a cabeça e falecendo no local.

O menino atropelado teve os primeiros atendimentos realizados no Pronto Socorro da Santa Casa Anna Cintra e depois foi transferido para o Hospital Samaritano, de Campinas, em estado grave, mas se recuperou.


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