Por: Paulo Celso de Freitas
27/07/2021
09:07

Assisti no canal Bandeirantes a um flagrante da polícia ao surpreender, em uma casa noturna na zona oeste de São Paulo, uma “balada” em que mais de 600 pessoas se divertiam, aglomeradas, boa parte sem máscara, em plena pandemia de Covid-19.

O episódio me fez recordar um conto do escritor norte-americano Edgar Allan Poe (1809-1849), precursor dos contos policiais. A obra “A Máscara da Morte Vermelha” não será aqui transcrita. Apenas, com minhas palavras, darei uma ideia do que se tratará: em plena epidemia da Idade Média, responsável pela morte de, no mínimo, um terço da população da Europa, um sujeito muito rico julgou poder isolar-se do povão reunindo a si e a seus amigos em um inacessível palácio onde promovia bailes de máscaras.

No último deles, os frequentadores notaram a presença de uma figura estranha “com roupa mortuária e máscara de cadáver”. Tentaram detê-lo, mas era a imagem da própria morte. Não sobrou ninguém.

No fato ocorrido na Capital, só nos resta encerrar com uma frase de Einstein (físico alemão – 1879-1955): “Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana.”.

Nota da Redação: Paulo Celso de Freitas, professor e escritor, é membro da Academia Amparense de Letras (AAL)


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