Por: Jornal A Tribuna
11/12/2022
07:00

(9 de dezembro de 2002)

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), acionou a alavanca que implodiu três pavilhões do complexo penitenciário do Carandiru na manhã de hoje, na zona norte da capital. A implosão foi realizada com sucesso e durou apenas sete segundos. Depois de 46 anos de existência, quase metade deles sob a promessa de desativação, o maior símbolo do fracasso do sistema prisional brasileiro finalmente começou a desaparecer. A história de mortes, rebeliões, fugas e do chamado massacre do Carandiru, ocorrido em 1992, começa a mudar, segundo o governo do Estado, com o uso de 250 quilos de explosivos. A implosão deve gerar cerca de 80 mil toneladas de entulho. Construído em 1956, pelo então prefeito Jânio Quadros, a Casa de Detenção virou um modelo obsoleto e caro. Nas últimas contabilidades, quando a população ainda ultrapassava 7.000 presos, as instalações velhas geravam um custo só de água e energia elétrica de R$ 18 milhões ao ano.


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