Por: A Tribuna
10/04/2020
11:04

Após um trabalho conjunto entre a Promotoria da Infância e Juventude de Campinas, do Ministério Público do Estado de São Paulo, e gestores dos Serviços de Proteção Social de Alta Complexidade de Campinas, um grupo de 43 crianças e adolescentes, atualmente alocados em abrigos e casas lares, serão reintegradas aos seus grupos familiares. A decisão envolve a família nuclear, a extensa, os padrinhos afetivos e até alguns funcionários das entidades que aderiram à ideia como forma de melhorar a proteção das crianças e diminuir a circulação de pessoas nos abrigos e casas lares durante o período de pandemia.

As 43 crianças e adolescentes que estão em processo de reintegração foram indicadas pelos gestores dos serviços de acolhimento. E só poderão sair depois da autorização judicial. Até o momento, foram expedidas 17 autorizações. Atualmente Campinas tem cerca de 380 crianças e adolescentes em acolhimento.

No total, serão feitas 28 reintegrações para família de origem ou família extensa; nove integrações com padrinhos afetivos ou rede socioafetiva e seis integrações na casa de funcionários do abrigo municipal. Das 17 guardas excepcionais expedidas pela Vara da Infância e da Juventude, sete foram para família de origem/extensa, uma para rede socioafetiva e cinco para funcionários.


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