Por: A Tribuna
11/09/2019
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Os ataques terroristas de 11 de setembro contra os Estados Unidos, em 2001, abalaram o mundo. Membros do grupo islâmico al-Qaeda sequestraram quatro aeronaves, fazendo duas delas colidirem contra as duas torres do World Trade Center em Manhattan, Nova Iorque, e uma terceira contra o quartel general do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o Pentágono. O quarto avião sequestrado foi intencionalmente derrubado em um campo próximo a Shanksville, Pensilvânia, após os passageiros enfrentarem os terroristas.

Desde a Guerra de 1812, esse foi o primeiro ataque de efeitos psicológicos e altamente corretivos imposto por forças inimigas em território americano. Embora ainda não declaradas as respectivas autorias, esse inimigo invisível deixou um saldo de mortes próximo a 3000 pessoas. Mesmo em se tratando de vítimas inocentes, para se ter uma ideia quantitativa de seu arrasador resultado, só o ataque em si excedeu o saldo de aproximadamente 2400 militares norte-americanos mortos no ataque sem um aviso prévio dos japoneses à base militar de Pearl Harbor, em 1941; além disso, essa terrível demonstração de impunidade tudo indica que foi caprichosamente planejada e direcionada aos ícones americanos, praticado impunemente tendo como arma simples aviões de carreira. O ato agravou-se muito mais por ter sido transmitido ao vivo pelas emissoras de TV do mundo inteiro com a própria tecnologia americana. Tal ataque, ainda sem precedentes em toda a história da Humanidade, que feriu profundamente o orgulho americano, superou em muito o efeito moral imposto às tropas americanas pela força aérea japonesa.

 


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