Por: A Tribuna
23/05/2021
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Há cinco décadas, o “Jornal Hoje” traz as principais notícias do Brasil e do mundo com agilidade e profissionalismo, mas sem perder a leveza e a espontaneidade que se tornaram suas marcas registradas. No ar na metade do dia, teve a responsabilidade de informar, ainda no calor dos acontecimentos, sobre fatos históricos como a queda das Torres Gêmeas em Nova York, o enterro de Ayrton Senna e os anúncios da escolha de Bento XVI como novo papa, e do Rio de Janeiro como sede dos Jogos de 2016. É o telejornal do hoje, do agora. O cinquentenário se completou na quarta-feira, dia 21 de abril. Quando o telejornal foi criado, em 1971, o objetivo era ser uma revista eletrônica voltada para o público feminino. A edição de sábado se tornou muito popular na primeira década, por seu tom experimental, com ênfase em matérias de cultura e comportamento, seções caras ao telejornal até hoje. A jornalista Sandra Annenberg foi a apresentadora que mais tempo ficou na bancada do telejornal: foram 16 anos ininterruptos. “No ‘JH’, desenvolvi o meu jeito de apresentar mais conversado, menos formal. Fui aprendendo e construindo meu estilo. É possível demonstrar emoção, ser séria sem ser sisuda e dar um sorriso para continuar levando a vida adiante”, diz Sandra Annenberg.

Primeiro apresentador do “Jornal Hoje” Léo Batista ressalta a importância do “JH” na sua carreira. “Tenho muito orgulho de ter participado da concepção e de ter sido o primeiro apresentador do “Jornal Hoje”, ao lado do grande Luís Jatobá. Lembro das reuniões em que definimos o seu formato, diferente dos telejornais da época, misturando atualidades com serviço, e guardo até hoje algumas das anotações que fiz nessas reuniões”, lembra Léo.

Atualmente apresentado por Maju Coutinho, o telejornal vai ao ar de segunda a sábado, das 13h25 às 14h45.  “Sinto-me honrada e desafiada por estar à frente do ‘JH’ no momento em que vivemos esse desastre global provocado pela pandemia. O ‘Jornal Hoje’ completa 50 anos com a nobre missão de bem informar a população diante de um período de medo e incerteza, no qual a disseminação de notícias falsas mostra como o jornalismo profissional é essencial. É um ‘JH cinquentão’, mas cheio de energia, que está ligado nos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, testemunha Maju. 

 

 


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