foto de “Condessa Descalça” será apresentado na segunda-feira
“A Condessa Descalça” é uma co-produção ítalo-americana de meados dos anos 50. Escrito e dirigido pelo cineasta Joseph L. Mankiewicz/Foto: Divulgação
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16/07/2019
14:07

Na segunda feira, 22 de julho, a atração do Projeto Luz & Sombras é o filme “Condessa Descalça” um filme sobre o mundo do cinema, e também sobre riqueza, poder, fama, a busca da felicidade. A exibição acontece no Auditório da Rádio Cultura FM, na Praça Pádua Salles – Centro de Amparo a partir das 19h30. A entrada é grátis

“Condessa Descalça”  tem no seu elenco Humphrey Bogart, Ava Gardner, Edmond O'Brien, Rossano Brazzi, Marius Goring eValentina Cortese. O roteiro é de Joseph L. Mankiewicz, música Original: Mario Nascimbene e fotografia de Jack Cardiff

A direção é de Joseph L. Mankiewicz. O filme é uma produção de 1954 da Figaro e United Artists. Distribuição Fox Filmes. Gênero: Drama, Mistério.

Sinopse

Com extraordinária beleza, talento e graça, a dançarina espanhola Maria Vargas (Ava Gardner) nasceu para tornar-se uma estrela. Ajudada pelo diretor de cinema americano Harry Dawes (Humphrey Bogart), ela alcança grande sucesso e fortuna na terra de sonhos de Holllywood. Mas, embora disposta a dar tudo por seu estrelato, existe uma coisa da qual ela nunca estará disposta a abrir mão - sua alma.

“A Condessa Descalça” é uma co-produção ítalo-americana de meados dos anos 50. Escrito e dirigido pelo cineasta Joseph L. Mankiewicz.

É um filme sobre o mundo do cinema, e também sobre riqueza, poder, fama, busca da felicidade; sobre a frivolidade, a imbecilidade dos muitos ricos; sobre o ocaso de uma era.

A história começa no funeral de Maria e é contada em flashback pelos vários homens que estavam em sua vida. A maior parte da narração é fornecida pelo personagem-roteirista e diretor Harry Dawes (Bogart) que tinha uma relação única com Maria - ele cuidava dela profundamente e sempre estava lá para ouvi-la e aconselhá-la. Maria era uma mulher cuja vida era vivida como uma Cinderela descalça a procura de seu príncipe. Harry tem um sexto sentido sobre as coisas, e quando Maria está prestes a se casar com o homem que ela acredita ser seu príncipe, o conde Torlati-Favrini (Rossano Brazzi), Harry começa a se preocupar. Ele sabe que, como é frequentemente apontado no filme, a vida real é muito mais errática do que um roteiro de filme.

“Condessa Descalça” tem inegáveis momentos de sutileza e observação de caráter na sua estrutura narrativa.

Ava Gardner, no auge da beleza, nos brinda com um forte desempenho no papel do obstinado personagem-título. Neste filme ela dançou pela primeira vez em sua carreira no cinema.

Humphrey Bogart também atuou muito bem como amigo e diretor de Maria Vargas (Ava Gardner) e neste filme iniciou a fase final de sua carreira, já que morreria dois anos depois do seu lançamento. No papel do pegajoso agente de imprensa, Edmond O'Brien nos brinda com uma excelente atuação, que lhe valeu, como ator coadjuvante, sua indicação aos prêmios Oscar e Globo de Ouro em 1955.

Também merecem ser mencionados os trabalhos de Rossano Brazzi (Conde Torlatti Fravrini) e Valentina Cortese (Eleanora), dois ícones do cinema italiano com interpretações perfeitas.

“A Condessa Descalça” teve como locais de filmagem: Portofino, Gênova, Ligúria, San Remo,Trivoli e estúdios da Cinecittá em Roma , Itália. A bela fotografia do inglês Jack Cardiff é outro ponto que merece ser mencionado.

Apesar de não ter tido boas bilheterias nos Cinemas, “A Condessa Descalça” é considerada por muitos cinéfilos como uma obra fundamental da história do cinema. É um filme brilhante.


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