Tustão renuncia à Presidência da CPI da Santa Casa

Tustão renuncia à Presidência da CPI da Santa Casa/Foto: Arquivo AT

O vereador Antônio Fernando Pereira – Tustão (PSDB) protocolou, no dia 14 de fevereiro, o ofício nº 32/2019, comunicando ao presidente do Legislativo amparense a sua renúncia ao cargo de presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Santa Casa Anna Cintra, aberta há pouco mais de um ano, a pedido do próprio vereador Tustão, para apurar fatos relacionados aos repasses de recursos públicos originários da União, do Estado, e do município à Santa Casa Anna Cintra no período de 2013 a 2018. No ofício, o vereador informa que sua decisão de abandonar as investigações da CPI é irrevogável e por motivos particulares.

Na época da sua abertura, os vereadores designados para a CPI foram Tustão (PSDB – autor da criação da CPI), Gilberto Piassa (PTB), Geraldo Afonso Moreira Gomes – Dr. Geraldo (PPS), José Osmar Dorigan – Osmar da Farmácia (PMDB) e Hélio Favoretto (DEM). Diante dos fatos, o vereador Esequiel Pereira dos Santos – Pastor Ese-quiel (PSDB), atual presidente do Legislativo, nomeou imediatamente o vereador Odair Pereira de Oliveira – Daia (PV) para assumir a vaga de presidente da CPI da Santa Casa Anna Cintra.

A CPI seguia lenta em sua apuração de irregularidades, tanto que precisou de um aumento do prazo de 250 dias, para seguir com as investigações. As últimas ações da CPI aconteceram no começo de dezembro, quando foram convocadas três pessoas para escla-recimentos.

Os vereadores escutaram o senhor José Geraldo Amaral, conhecido como Juca Amaral, e também o senhor Fábio L. Borri, membro da equipe de intervenção da Santa Casa. O secretário de Saúde do município, Vinicius Grana Tonon, era o terceiro convocado, mas não compareceu alegando outros compromissos previamente agendados. Ao final dos depoi-mentos, o vereador Tustão informou que os trabalhos seguiriam e que novas pessoas ainda seriam ouvidas antes do final das investigações.

Agora, com a renúncia de Tustão, os vereadores membros da Comissão Parlamentar de Inquérito deveram se reunir para definir os próximos passos das investigações.

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