Saiba quais são os principais Indicadores de risco para Perda Auditiva


A incidência de perda auditiva nos recém nascidos é muito grande,a cada 1000
nascimentos cerca de 3 do bebês apresentam perda de audição, sem causa
definida ou risco para perda auditiva, esse número aumenta bastante, quando
acrescentamos fatos de risco para deficiência auditiva, passa ser a cada 100
nascimentos, 3 bebês apresentam alteração na audição.

Conheça os fatores de risco que podem provocar perda auditiva nos recém-nascidos:

1) Preocupação dos pais com o desenvolvimento da criança, da audição,
fala ou linguagem;
2) História de casos de surdez permanente na família, com início desde a
infância, sendo assim considerado como risco de hereditariedade. Os
casos de consanguinidade devem ser incluídos neste item;
3) Permanência na UTI por mais de cinco dias, ou a ocorrência de qualquer
uma das seguintes condições, independente do tempo de permanência
na UTI: ventilação extracorpórea; ventilação assistida; exposição a
drogas ototóxicas como antibióticos aminoglicosídeos e/ou diuréticos de
alça; hiperbilirrubinemia; anóxia peri-natal grave; Apgar neonatal de 0 a
4 no primeiro minuto, ou 0 a 6 no quinto minuto; peso ao nascer inferior
a 1.500 gramas; nascimento pré-termo ou pequeno para idade
gestacional (PIG);
4) Infecções congênitas (Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalo-vírus,
Herpes, Sífilis, HIV);
5) Anomalias crânio-faciais envolvendo orelha e osso temporal.
6) Síndromes genéticas que usualmente expressam deficiência auditiva
(como Wardenburg, Alport, Pendred, entre outras);
7) Distúrbios neurodegenerativos (ataxia de Friedreich, síndrome de
Charcot-Marie-Tooth);
8) Infecções bacterianas ou virais pós-natais como citomegalo-vírus,
herpes, sarampo, varicela e meningite;
9) Traumatismo craniano;
10) Quimioterapia.

Dessa forma, percebemos a importância em se fazer um bom pré natal,
trabalhando sempre com a prevenção e o diagnóstico precoce, de qualquer
alteração auditiva.

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