Católicos comemoraram a Semana Santa em Amparo
Foto: Edson Fábio Machado/AT
A comunidade católica da Paróquia São João Batista mais uma vez acompanhou com emoção a encenação da Paixão de Cristo realizada pelos jovens do Teatro da Igreja Matriz de São João Batista, no Jardim Camandocaia. Como ocorre todos os anos, o evento foi realizado defronte à construção do novo prédio da paróquia. Nesse ano, os organizadores fizeram a montagem de dois palcos, sendo que um deles retratava o Jardim Getsêmani, onde Jesus foi orar com seus discípulos e, depois, preso e levado para Jerusalém, onde os líderes dos fariseus o acusaram de Blasfêmia e, entre aos soldados romanos, depois apresentado a Pilatos, condenado e crucificado, posteriormente. Todo este relato que mostra as últimas 12 horas da vida de Cristo há mais ou menos 2.000 anos, foi acompanhado com muita emoção, respeito e carinho por um grande número de pessoas que compareceram para aplaudir mais um trabalho dos jovens atores e coadjuvantes do Teatro da Igreja Matriz de São João Batista, que contou a história da Paixão e Morte de Jesus Cristo. Além da paróquia de São João Batista, as paróquias de São Sebastião, São Benedito, Comunidade São José e Catedral Nossa Senhora do Amparo também representaram, em suas respectivas comunidades, o episódio da morte de Cristo na Cruz. “Chorei bastante, acho que a cada ano esse grupo de jovens vem emocionando cada vez mais. Foi muito bonito. As pessoas devem comparecer a esse evento para poder saber o que Jesus Cristo fez por todos nós. Estou muito emocionada”, afirmou uma senhora acompanhada de suas filhas e marido.
Dona de casa reclama do Setor de ambulâncias de Amparo
A dona de casa Regina Estela Canina Simões, residente na Avenida José de Giusepe 149, no Bairro Santa Maria, compareceu à sede de A Tribuna na manhã da terça-feira, dia 6 de abril, relatando estar indignada com o serviço do Setor de Ambulância de Amparo, que, segundo ela, demora para transportar os pacientes que foram liberados pela Santa Casa Anna Cintra. Diz Simões que sua mãe Odila, de 78 anos, que reside na Rua Maranhão, no Jardim Brasil, sentiu-se mal na madrugada do último dia 5 e uma ambulância foi chamada para levá-la até o hospital de Amparo. “Minha mãe não anda e só pode ir para o hospital com uma ambulância que tenha maca. Nesse dia, minha irmã ligou para o Setor de Ambulância pedindo auxílio e a recepcionista afirmou que não havia nenhuma ambulância com maca para pegar minha mãe. Foi preciso acionar o Corpo de Bombeiros, que compareceu e a levou para a Santa Casa Anna Cintra. Minha mãe chegou e foi muito bem atendida e os médicos constataram que ela estava com pneumonia e a liberaram por volta das 10h30. Ligamos para o Setor de Ambulância, que somente chegou para levar de volta minha mãe por volta das 14h30. A mulher do Setor de Ambulância disse que a saúde só tem duas ambulâncias com maca e ambas estavam em serviço; por isso, ela teria de esperar. Acho um descaso com a saúde de Amparo. Só ter duas ambulâncias para atender é muito pouco. Minha mãe estava toda molhada e teve de esperar mais de quatro horas. Não levei roupa para ela porque a Santa Casa a liberou para vir embora”, disse revoltada Regina Estela Canina Simões.
Resposta do Setor de Ambulância
A reportagem de A Tribuna ouviu, na tarde do mesmo dia, o chefe do Setor de Ambulância Luis Fernando Fogagnoli e relatou a reclamação de Regina Estela Canina Simões. De acordo com o diretor, o Setor de Ambulância, na verdade, tem três veículos com macas e maior prioridade de atendimento é quando o serviço é de urgência, ou seja, recolher o paciente no local em que passou mal e, depois, levá-lo até o hospital. Às vezes, a ambulância demora mesmo para buscar um paciente que foi liberado pelo hospital porque o mesmo já foi atendido e a prioridade é atender aquela pessoa que está doente em sua casa. “Nós transportamos às vezes mais de cem pessoas para Campinas em ônibus ou vans. Muitas dessas pessoas residem na zona rural e não têm como vir até a sede do setor e as ambulâncias deixam de fazer o serviço urgente e se deslocam até o local para trazer estes pacientes que precisam ir até Campinas. Realmente, um carro sempre fica parado, mas é para atender a chamados urgentes, quando alguém está tendo um enfarte, apendicite e outros casos graves. No caso de Dona Odila, pode ter acontecido que não houvesse nenhum carro mesmo. Às vezes, nós mesmos pedimos auxílio para os bombeiros e vice-versa”, afirmou o diretor Luís Fernando. Outro fato salientado pelo diretor foi com relação à retirada de paciente quando este tem alta hospitalar: “O Setor de Ambulância tem um horário programado para a retirada desses pacientes. Uma ambulância passa todos os dias nesses horários para pegar algum paciente que já teve alta. A alta hospitalar com leito é prioridade também, ou seja, se algum paciente estiver internado e tiver alta, estará será levado em primeiro lugar para sua vaga ficar com aquele paciente que precisa ficar internado. Nossas ambulâncias também estão fazendo serviço agendado: um paciente de Ortopedia ou Fisioterapia é levado para poder ser atendido e, por isso, usamos as ambulâncias com maca”, enfatizou o diretor Luís Fernando.
Cachorro de rua estraçalha Poodle
O comerciante Waldir Guarizo Júnior, residente na Rua José Fontana, 125, Centro de Amparo, está inconformado com a morte de seu cachorro de estimação, que foi causada por um cachorro de rua que ele próprio acudiu e cuidou por diversos dias em sua residência. O fato ocorreu na quinta-feira, dia primeiro de abril. O que mais revoltou o comerciante foi que, após cuidar do animal por 25 dias e deixá-lo curado, ligou para o Núcleo de Controle de Zoonoses (NCZ) de Amparo, relatando o caso e pedindo para que o cachorro fosse acolhido naquele local. O comerciante relata que, no NCZ, recebeu a informação de que não poderiam recolher o cachorro e o instruíram para levar o animal para um lugar distante e o soltasse. Júnior acabou acatando as instruções e levou o cão para a estrada municipal da Boa Vereda na noite do dia 31 de março. Mas o que ele menos esperava aconteceu: o cachorro voltou e invadiu sua casa na noite do mesmo dia, matando seu poodle, que tinha cerca de 15 anos de vida. Triste e abatido, o comerciante ainda enfrentou outro problema: para quem entregar o cachorro de rua que voltou para a sua residência. O NCZ estava fechado e a solução foi acionar o Corpo de Bombeiros de Amparo, que foi até o local e levou o cachorro para a Clínica Veterinária É o Bicho, que gentilmente atendeu ao apelo e asilou o cachorro em suas dependências para aguardar as providências necessárias. “O que mais revoltou foi que liguei para o Centro de Zoonoses e eles me disseram para eu não alimentar o cachorro e soltá-lo em um lugar bem distante. Estranhei o fato, mas foi o que fiz e vejam o que aconteceu: o animal matou meu cãozinho de estimação. Isto foi um descaso dos responsáveis pelo Centro de Zoonoses”, afirmou Júnior.
Resposta do NCZ
A reportagem de A Tribuna procurou a veterinária Renata Rodrigues Stefano, que fez questão de ressaltar o trabalho do NCZ no trato e no recebimento de animais de rua, que são recolhidos pela população. De acordo com Stefano, o NCZ recolhe animais com ninhadas, filhotes de animais de rua, animais que estão no cio, animais de raça agressiva e animais que são atropelados ou que estão com algum tipo de doença. A veterinária esclarece, também, se porventura alguém recolher um animal e tratar dele, o tratador fica responsável pelo animal, não adiantando solicitar ajuda do NCZ e, por isso, pede que a pessoa não alimente ou recolha qualquer tipo de animal porque senão ele sempre voltará para onde recebeu ajuda. “Se porventura uma pessoa notar que um animal está doente, entre em contato conosco, que cuidaremos do caso”, afirmou a veterinária. No caso do cachorro recolhido por Júnior, a veterinária esclareceu que ele tratou do animal e, assim, como responsável, deveria manter o cão em sua casa. “Por causa desses fatos é que pedimos que a pessoa deixe de alimentar o animal. Quando nós recolhemos um animal de um munícipe e não conseguimos uma adoção, ele é devolvido ao lugar de origem. Estas medidas são tomadas porque, se recolhermos todos os animais que são alimentados nas portas das casas, não haverá espaço e pessoas para tomar conta dos bichos”, enfatizou a veterinária.
Alunos do Liceu fizeram festa para as crianças
Pelo segundo ano consecutivo, em virtude da Páscoa, aproximadamente 80 estudantes dos cursos técnico em Administração e Contabilidade (1º.ADA/1º.COA) da Escola Técnica João Belarmino, o Liceu de Amparo, se mobilizaram na realização do Projeto “Coloque o Sorriso no Rosto de uma Criança”. Trata-se de uma Campanha desenvolvida dentro da Disciplina Cidadania, que pretende incutir na juventude a importância da solidariedade através da própria vivência do educando. Neste ano, foram envolvidas as crianças da Creche do Colégio Nossa Senhora do Amparo, Lar Escola Divina Providência e Amparo a Cidadania. Além de distribuir mais de 50 Ovos de Páscoa, os organizadores também doaram agasalhos personalizados para todas as crianças do Lar Escola. O evento deste ano também contou com a participação do Grupo PalhaçAtos, que, sob o comando da professora Célia Regina, engrandeceu o evento. Segundo o professor de Cidadania da ETEC João Belarmino e um dos idealizadores do Projeto, Alexandre José Silva, o sucesso do evento mostra à sociedade que a nossa juventude só precisa de um “pequeno incentivo” para materializar sua grande energia em ações altruístas, capazes de transformar a vida de muitas pessoas, principalmente daqueles que mais precisam. O Projeto também acontece há quatro anos no mês de outubro em virtude do Dia das Crianças.
Encontro Cósmico reúne um grande público
Foto: Divulgação
O 1º Encontro Cósmico do Circuito das Águas Paulista foi realizado no sábado, dia 03 de abril, no Espaço Amparo (antigo Boliche), Centro de Amparo. O evento foi realizado pela empresa Fábio Produções e teve como conferencistas: professor Salvatore de Salvo (cientista, engenheiro, da Academia de Aeronáutica Italiana), que abordou os temas “Nibiru: a próxima chegada do planeta” e “2012”, e o professor Laércio B. Fonseca (cientista, especialista em Astrofísica e Cosmologia), que enfocou “A natureza espiritual e transcendental dos seres extraterrestres e o seu papel junto ao planeta Terra”. O evento também promoveu a arrecadação de alimentos não-perecíveis. No total, foram arrecadados 205 quilos, que foram repassados à Ação Social de Amparo (ASA), de Amparo. O Referido evento contou com o apoio das seguintes empresas: GF Produções Georges Promoções Artísticas, Supermercados Guarani, CAMEL (Comercial Amparense – Tucão, Gráfica Foca, AutoPosto 2000, Espaço Amparo (antigo Boliche) e Jornal A Tribuna.
Feira de animais
Neste sábado, dia 10 de abril, o Núcleo de Controle de Zoonoses (NCZ) de Amparo promove a 5ª Feira de Adoção de filhotes de Cães e Gatos. Os animais para adoção já receberam as primeiras dose de vermífugo e sua castração poderá ser agendada no local. As pessoas interessadas em adotar algum animal deverão apresentar os documentos RG e CPF e, se for menor de 18 anos, estar acompanhado dos pais ou responsável. A feira será realizada na Praça Pádua Salles, das 9h às 16 horas.
Lirios
A Igreja Evangélica Lírio dos Vales estará comemorando nos próximos dias 15, 16, 17 e 18 de abril o 8º aniversário do Conjunto do Círculo de Oração Lírio dos Vales, que terá início às 19h30 nos dias 15 e 16 de abril, às 19h no dia 17 e às 14h30 no dia 18 de abril, contando com a participação de várias igrejas de Amparo e região. O evento está aberto para toda a população. A Igreja Evangélica Lírio dos Vales está localizada na Avenida Fioravante Gerbi, 630, Jardim América.
Bazar da ASA
O Bazar da Pechincha da Ação Social de Amparo (ASA) será realizado nos próximos dias 13 e 14 de abril. O bazar vai funcionar na sede da entidade, localizada na Avenida Bernardino de Campos, 356, Ribeirão. Nos dois dias, o bazar será aberto às 7h30. Lembram os organizadores que, no local, estarão à venda diversos objetos ao preço de R$ 1,00 (qualquer peça).
Canto do Rio
O Bar do Canto do Rio vai promover o show com o grupo Algo Mais. O evento será realizado no sábado, dia 10 de abril, a partir das 17 horas, na sede do Canto do Rio, localizada na Avenida Saudade. Informações podem ser obtidas no local ou pelo telefone (0xx19) 9665-0306.
Acidentes
O índice de acidentes nas estradas paulistas durante o feriadão de Páscoa ficou em 0,81, resultado 1% inferior ao registrado no mesmo período de 2009 (0,82), segundo cálculos da Secretaria Estadual dos Transportes. Essa ligeira queda está associada ao índice de feridos, que atingiu 42,89 ante 51,11, uma redução de 16,1%. O índice de mortos, no entanto, subiu de 2,44 para 2,81, um aumento de 15,4%. Em números absolutos, no feriado deste ano foram registrados 1.043 acidentes, com 36 mortos e 549 feridos. Esse índice de acidentes é calculado com base no volume diário médio de veículos e na extensão das rodovias, um total de 22 mil quilômetros, assim como o período analisado. Na Operação Semana Santa de 2010, cerca de 4 mil policiais rodoviários atuaram na orientação e fiscalização, com o apoio de militares de outras unidades e de mais 2,2 mil profissionais do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), do Desenvolvimento Rodoviário (Dersa) e das concessionárias. De acordo com a Secretaria, foram intensificadas as ações para coibir a embriaguez no trânsito, que resultaram na prisão de 47 motoristas. Houve 11.895 autuações por infrações diversas com a apreensão de 506 veículos, 230 carteiras de habilitação e 1.378 documentos de veículos por irregularidades. Também foram presos em flagrante 21 criminosos, dez deles procurados pela Justiça. Nas abordagens, os policiais conseguiram recuperar 12 veículos e apreender seis armas e 40 quilos de droga, a maioria maconha.
Falecimentos
Faleceu no dia 1º. de abril, em Amparo, aos 67 anos, o sr. João Fortunato Montini. Residia no Sítio Boa Vista s/nº, em Amparo. Era filho de Angelo Montini e de Irma Nieri Montini. Deixa viúva a srª Vera Lucia Gasparini Montini. Deixa filhos, genro, nora, netos e demais familiares.
Faleceu no dia 1º. de abril, em Amparo, aos 48 anos, o sr. José Reinaldo Paulista. Residia na Rua General Osório nº. 665, Centro, em Amparo. Era filho de Geraldo Paulista e de Apparecida de Souza Franco Paulista. Era solteiro. Deixa pais, irmãos, cunhados, sobrinhos e demais familiares.
Faleceu no dia 02 de abril, em Amparo, aos 71 anos, o sr. Manoel Lopes da Silva. Residia na Rua Olga Pinarelo Almeida nº. 89, Jd. Modelo, em Amparo. Era filho de Angelo Montini e de Irma Nieri Montini. Deixa viúva a srª Raimunda Evangelista da Silva. Deixa filhos, netos, genros, noras e demais familiares.
Faleceu no dia 02 de abril, em Amparo, aos 53 anos, o sr. Benedito Raimundo de Fátima Araújo. Residia no Sítio São Pedro, Bairro dos Pereiras, em Amparo. Era filho de Benedito Araújo e de Mariana Alves Araujo. Deixa viúva a srª Helena Fátima Miguel. Deixa filhos, noras, netos e demais familiares.
Faleceu no dia 02 de abril, em Amparo, aos 60 anos, o sr. Luiz Bibiano. Residia na Fazenda Mantovani s/nº, Silvestre, em Amparo. Era filho de Joaquim Bibiano e de Maria Margarida. Deixa viúva a srª Wilma do Carmo Borges Bibiano. Deixa filhos, genro, noras, netos, irmãos e demais familiares.
Faleceu no dia 04 de abril, em Amparo, aos 20 anos, o sr. Carlos Henrique de Angeli. Residia na Rua Angelo Frare nº. 195, Jd. São Dimas, em Amparo. Era filho de Antonio Carlos Pereira de Angeli e de Leni Aparecida Mistrelli de Angeli. Era solteiro. Deixa pai, mãe, irmãos, tios, primos, amigos e demais familiares.
Faleceu no dia 05 de abril, em Amparo, aos 66 anos, o sr. Carlos Brunetto (“Fininho”). Residia na Rua Vereador Virgílio da Silva Nogueira nº. 07, Parque Dona Virgínia, em Amparo. Era filho de Faustino Brunetto e de Olga Nora Brunetto. Deixa viúva a srª Neide Maria de Oliveira Brunetto. Deixa filhas, genros, netos e demais familiares.
